Murilo Azevedo

Voluntário

Iniciei minha carreira profissional na área de projetos. Sou Tecnólogo em Comunicação e Computação Gráfica e Graduando em Engenharia Civil na Universidade Paulista – UNIP. Sou casado, minha esposa é publicitária e minha filha tem 4 anos. Natural de Campinas – SP, tenho hoje 33 anos dos quais os últimos 8 me dediquei ao projeto, industrialização, implantação e desenvolvimento de soluções ligadas a mobiliários urbanos prestando serviços ao setor público e privado.

Atuo hoje na Verssat Indústria e Construção LTDA cuja expertise em Engenharia permite prestar serviços à grandes companhias como CCR Autoban, Ótima Concessionária de Exploração de Mobiliário Urbano, EMTU, SP Obras, Odebrecht, Rota das Bandeiras, BHtrans, Camargo Corrêa, EMDEC, Brookfield, entre outras as quais a Verssat já forneceu abrigos de ônibus, plataformas, estações de embarque e desembarque, estruturas metálicas e em concreto armado, acessibilidade, sinalização em geral entre outras soluções pertinentes e co-relatos a transito e transportes inclusive nos pleitos de BRT’s, (Bus Rapid Transit), podendo auxiliar nos projetos, levantamentos, custos, cronograma, particularidades de produção e execução que estejam ao nosso alcance.

Propagandas à parte, as experiências acima relatadas e a vivência junto ao poder público me permitiram há tempos diagnosticar a carência de um plano efetivo de mobilidade urbana e de carga. Normalmente são realizadas obras pontuais e corretivas. Projetos preventivos em longo prazo para dirimir o gargalo do inchaço urbano, aumentar a comodidade, estimular a economia e a sustentabilidade, tampouco são realizados. A iniciativa da Ferro Frente me despertou extremo interesse no sentido de ser melhor representado em desenvolver ações, transmitir conhecimento, estimular parcerias com instituições de naturezas diversas, apoiar e participar de projetos de lei que visam atender os pleitos dessa associação.

É lei, (12.587/12) de Mobilidade Urbana, que todos os municípios acima de 20.000 habitantes devam apresentar seus projetos para justificar o repasse de recursos ministeriais reservados para este fim. No entanto, há uma incapacidade técnica generalizada dos municípios em elaborar tais projetos ou ainda, simplesmente a ausência de verbas para licitar.

Acredito que esta realidade pode ser modificada se criarmos com a força de Ferro Frente um circuito de municípios que têm o mesmo objetivo.

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