RAIL AS A KEY TO DECARBONISING TRANSPORT

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Rail is an environmentally friendly and highly energy efficient transport mode, with a track record of improving its carbon-efficiency for both passenger and freight transport. The rail sector is committed to further reducing its greenhouse gas emissions through extended electrification as well as the improvement of its energy efficiency through research and innovation. So rail should play a key role in the European Commission’s strategy on transport decarbonisation.

In a joint position paper published last week, UNIFE (European Rail Industry Association) and CER (Community of European Railway and Infrastructure Companies) call on the Commissioners responsible for the Energy Union, Climate Action & Energy, and Transport, Vice-President Šefčovič, Commissioner Cañete and Commissioner Bulc, to promote rail as the backbone of sustainable mobility and its interconnectivity with other low-carbon modes, in the upcoming Communication on transport decarbonisation.

In particular, the rail sector confirms its support for the objectives set in the Transport White Paper of 2011, notably the 60% reduction target for transport emissions by 2050 compared to 1990 levels and suggests adding a binding target for 2030. These targets are all the more relevant in light of the ambitious worldwide climate objectives set during the COP21 conference last year in Paris.

Moreover, UNIFE and CER invite policymakers to pursue a win-win strategy by linking climate, energy and transport policies: shifting more passengers and goods to rail will lead to transport decarbonisation as well as increased energy security.

UNIFE Director General Philippe Citroën commented: “The rail industry fully supports the European Commission’s objective of reducing transport emissions and looks forward to ambitious targets and policy measures in the upcoming Communication. A modal shift to rail as the most sustainable mode of transport should be at the backbone of any transport sector strategy to reduce CO2 emissions.”

CER Executive Director Libor Lochman said: “Europe must reduce its dependency on imported fossil fuels and move towards a low-carbon economy with high energy efficiency. The transport sector has an untapped potential to achieve energy savings and emission reductions. Rail, as a low-oil and low-carbon transport mode, is central to deliver massive cuts in transport emissions, reduce oil dependency and mitigate congestion in cities.”

The UNIFE/CER position paper is available on the UNIFE website here.

Link: http://www.unife.org/news/141-rail-as-a-key-to-decarbonising-transport.html

Dia Internacional do Meio Ambiente – SOS Meio Ambiente

SOS Meio ambiente

Meio ambiente não é meio,
Não é sonho ou devaneio,
Não é conto ou poesia.
Meio ambiente é mais que meio,
É a redoma, é o esteio:
Bio-terra em harmonia.

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Meio ambiente é a natureza,
Flora verde, mil riquezas,
Fauna viva – ao natural.

Meio ambiente é a própria vida,
Ou a morte pressentida,
Que buscamos, afinal?

Eis que o homem ganancioso,
Irresponsável, belicoso,
Ignora o grande mal
E a floresta dizimando,
A terra fértil calcinando,
Só pensou no vil metal.

Rios e lagos vão secando,
Água doce escasseando;
Floresta perde a cor.

Morre a fauna nessa guerra,
Triste fim da frágil terra:
Um deserto aterrador.

Chora o solo acinzentado,
Chora a mata o mal legado,
Chora a fauna tal desdém;
E o homem, indiferente,
Na ganância persistente,
Busca a morte, assim, também.
(Justo Chacon)

Audiência tenta liberar o trem intercidades

 TREM INTERCIDADES
Audiência pública vai reunir representantes do Estado e da União e das concessionárias para desfazer os nós que estão atrasando a implantação do trem intercidades projeto do governo do Estado previsto para ligar as regiões metropolitanas de Campinas Vale do Paraíba São Paulo e Santos. A expectativa é que com um novo governo em Brasília o projeto comece a caminhar eliminando o principal empecilho existente até agora — o atraso do governo federal em liberar as faixas de domínio da Rede Ferroviária Federal (RFFSA)por onde circulam os trens de carga.
O governo do Estado informou nesta quinta-feira (19) que o projeto só é viável se houver essa liberação. “O atraso ocorreu por conta das muitas trocas de ministros na pasta dos Transportes e também por má vontade do governo da presidente Dilma. Hoje temos mais condições de interlocução com o governo e é possível que esse projeto avance mas para isso precisamos resolver os problemas”disse o deputado Vanderlei Macris autor do requerimento aprovado na quarta-feira pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados convocando a audiência. A data ainda não foi marcada.
Serão chamados para a audiência o ministro dos Transportes o secretário dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo o diretor-presidente da Empresa de Planejamento e Logística S.A. (EPL)o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o presidente da Frente Nacional pela Volta das Ferrovias (FerroFrente). “Vamos colocar todos frente a frente levantar os problemas e as formas de resolvê-los”afirmou
.
No trecho de 135 quilômetros entre São Paulo e Americana cabem cinco linhas nas faixa de domínio segundo estudo do governo do Estado. Nele estão as duas linhas da Companhia de Trens Metropolitanos (CPTM) que vão até Jundiaí há o trem de cargas e ainda há espaço para o trem de média velocidade o intercidades. Macris disse que existe um projeto funcional desenvolvido no âmbito da Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM) do Estado ligando os municípios de São Paulo e Campinas.
Também há a Manifestação de Interesse Privado (MIP) de um trem ligando São Paulo a Americana apresentado ao governo estadual e atualmente em avaliação pelas áreas técnicas da Secretaria de Governo. “O governo Dilma ainda pretendia leiloar a primeira ferrovia de seus programas de concessão permitindo que uma empresa construísse e operasse a via por 60 anos. Esse prazo é considerado excessivo por especialistas do setor e pode ser nefasto ao País. Assim a participação dos convidados em uma audiência pública é fundamental para o esclarecimento dos fatos e dos interesses para o desenvolvimento do Brasil”afirmou.
O governo do Estado trabalha para lançar o edital da parceria público-privada (PPP) para que o trem com velocidade média de 120 quilômetros por hora possa ligar as quatro regiões. “Mas sem a autorização para utilizar a faixa de domínio nada pode avançar”disse. O projeto chegou a ser avaliado pelo Comitê Gestor de PPP que pediu mais detalhamentos. Há interessados nesse trem caso do governo sul-coreano que pretende fornecer locomotivas e carros para o projeto do governo estadual. Os sul-coreanos devem levar ainda este mês uma comitiva brasileira para visitar a Coreia do Sul. A proposta é firmar convênio em parceria com o governo estadual para aprofundar os estudos do trem intercidades.
Custo
O projeto do trem intercidades prevê 431 quilômetros de ferrovia que ligarão Americana a Santos Taubaté a Sorocaba e que se cruzarão em São Paulo. O trem sairá de Americana passará por Santa Bárbara, Sumaré Hortolândia, Campinas, Valinhos, Vinhe do Louveira, Jundiaí e chegará à Capital. O custo previsto para a interligação está estimado em R$ 20 bilhões sendo R$ 4 bilhões de recursos públicos.

Lançamento do Livro Ferrovias no 3º Fórum Nacional de Meio Ambiente e IX Fórum de Direito Ambiental

 

O evento se deu nos dias 19 e 20 de maio de 2016, na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp, em Presidente Prudente. Um  momento muito importante do evento foi  o lançamento do quarto livro do especialista em ferrovias, professor José Manoel Ferreira Gonçalves.

Na obra, chamada ‘Ferrovias’, o autor apresenta artigos e documentos relativos ao transporte sobre trilhos, seja de cargas ou de pessoas. Faz uma ampla análise das causas que resultaram no estado de abandono do modal ferroviário no País. ‘O livro trata de diversos temas fundamentais para o fortalecimento do setor ferroviário e procura traduzir aspectos mais complexos e intrincados de forma fácil e acessível a todos, além dos já mais familiarizados com os assuntos de logística e transportes’, disse Gonçalves.

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Silêncio Ensurdecedor

O som das gravações do agora ex-ministro Romero Jucá cobram eco. O eco da resposta irada e revoltada dos inocentes.

“Conversei ontem com alguns ministros do Supremo”. O silêncio do Supremo ensurdece o cidadão, que não pode mais acreditar nas leis nem na justiça. A não prisão de Romero Jucá equivalerá a uma confissão da maioria do colegiado do Supremo, vez que Jucá afirmou que Ministros do Supremo conspiraram contra o mandato da presidente eleita (não importando neste raciocínio se boa ou má presidente) para assim poder frear a lava-jato. Gilmar Mendes, que conforme documentação apresentada pela revista Carta Capital recebeu 185 mil reais do valeriodouto tucano de Minas Gerais, acaba de assumir a presidência do grupo de ministros que julgam a lava-jato. O ministro que deveria ter assumido cedeu o lugar.

Hoje, Lançamento e Palestra do Livro Ferrovias.

Artigos e documentos relativos ao transporte sobre trilhos, seja de cargas ou de pessoas. Uma análise ampla das causas que resultaram no abandono do modal ferroviário. Isso tudo está no quarto livro “Ferrovias” que será lançado pelo professor e especialista em ferrovias José Manoel Ferreira Gonçalves no 3º Fórum Nacional de Meio Ambiente e IX Fórum de Direito Ambiental do Pontal do Paranapanema, que acontece nos dias 19 e 20 de maio de 2016 na Unesp – Faculdade de Ciências e Tecnologia, na cidade de Presidente Prudente, às 13h45.
 
> No livro José Manoel tratando da história ferroviária no nosso País, sob o prisma técnico, político e ambiental, percorre aspectos mais complexos que são de interesse público, mas o faz de forma simples, mas não simplória, apresentando possíveis soluções e alternativas para que o caos no setor seja enfrentado de forma estruturante.
> A publicação o trata de diversos temas fundamentais para o fortalecimento do setor ferroviário e procura traduzir aspectos mais complexos e intrincados de forma fácil e acessível a todos, além dos já mais familiarizados com os assuntos de logística e transportes..
>
> ” Foi muito interessante aceitar o desafio que me foi proposto pelo meu amigo e editor, Salvio Luiz Nienkotter, de reportar, como numa série de reportagens, em artigos articulados entre si, os principais fatos da triste realidade do setor no Brasil de forma bem acessível e prática, traduzindo os detalhes mais intrincados e muitas vezes ocultos, de forma clara e transparente, para que a opinião pública possa formar assim sua própria convicção e militar pela causa”.
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> Currículo do José Manoel:
> José Manoel Ferreira Gonçalves é doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP), Mestre em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Itajubá. Engenheiro Civil (Universidade Mackenzie), Jornalista (Fundação Cásper Libero) e Advogado (Universidade Santa Cecília). Pós-graduado em Geoprocessamento (UFRJ), Termofluidomecânica (EFEI), Eng. Oceânica (Coppe-UFRJ) e História da Arte pela Fundação Armando Álvares Penteado FAAP. Conselheiro do Instituto de Engenharia em dois mandatos e do CREA- Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de São Paulo e autor do livro “Despoluído sobre Trilhos”.
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